1.4.11

#NAPONTADOLAPIS:

LIVRE ARBÍTRIO

posso as vezes ser extremamente exagerada,

posso derrarmar rios de lágrima,

posso quebrar minha cara milhões de vezes e não aprender,

posso rir até cair e posso comer até me cansar,

posso amar até morrer,

posso sonhar até mesmo antes de dormir,

posso ser qualquer coisa menos omissa a vida.

8.3.11

E quando vou voltar?


Por um momento o vazio estava tomando conta do interior, completando a mim mesmo quando me sentia completa por inteira.
Talvez eu queira sair um pouco daqui, e voltar somente quando não estiver mais com tudo isto na cabeça. De me entregar tão fácil e sem medo.
A verdade é que não consigo não cair no exagero, aquele que não me faz pensar, ou melhor, penso. Só que perco a razão em variáveis pontos.
Aos poucos me encontrei sem saída. O ponto é você!
Referência que estabelece as cores, gostos e brilho.

Aquele caminho que sigo pra te encontrar, sou capaz de fechar os olhos e continuar seguindo; Mesmo sabendo o que posso encontrar. Um lugar vazio.

Eu perdi em mim, eu mesma. Você está me levando com você,
E mesmo que diga que é sem querer, quando for parar e ver, eu já fui.
E quando vou voltar?

Estranho amor, loucura de ser. Que aponte todos os defeitos de uma vida, irei me satisfazer com os sublimes momentos de prazer contigo.
25.2.11

#EUOUÇO

Hoje vamos falar de Maria Gadú, ou Mayra Corrêa, cantora paulista de 24 anos que é considerada um dos grandes nomes da nova MPB. Em seu DVD, Maria Gadú Ao Vivo DVD Multishow, ela vem cantando com Luís Kiari uma música linda chamada “Quando fui chuva”, por isso resolvi partilha com vocês essa faixa de letra tão bonita. Divirtam-se...

Quando Fui Chuva Composição: Luis Kiari e Caio Soh

Quando já não tinha espaço, pequena fui
 Onde a vida me cabia apertada em um canto qualquer, acomodei minha dança, os meu traços de chuva E o que é estar em paz pra ser minha e assim ser tua
Quando já não procurava mais pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água, me atirar tranquila daqui Lavar os degraus, os sonhos, as calçadas
E, assim, no teu corpo eu fui chuva ... jeito bom de se encontrar! E, assim, no teu gosto eu fui chuva ... jeito bom de se deixar viver!
Nada do que fui me veste agora sou toda gota, que escorre livre pelo rosto e só sossega quando encontra tua boca
E, mesmo que eu te me perca, nunca mais serei aquela que se fez seca vendo a vida passar pela janela
1.2.11

#NAPONTADOLÁPIS:


Não ouse chegar ao topo e não saber o que fazer lá.
Vou começar antes que me atreva a parar. Pelos lugares que pude passar; E aqueles sem meu próprio conhecimento.
Todo esse barulho é enlouquecedor. E o limite está cada vez mais próximo.
Há uma imensidão de sentidos, todos à flor da pele.
Sem pudor.
Sem esconderijo.
Sem esquecimento.
Sem falsas asas.
Sem nenhum tipo de renúncia.
O que é demais nunca é o bastante.
Carrego um pensamento cansado, de tão cheio de ilusões. Não me culpo.
Aprendo com eles.
No fim, tudo começa novamente.
Ouse, em chegar ao topo.